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 <title>LSTS - Público</title>
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 <title>Seguindo a pluma do Douro (foz acima, foz abaixo) com submarinos autónomos </title>
 <link>http://devdrupal7/blog/seguindo-pluma-do-douro-foz-acima-foz-abaixo-com-submarinos-aut%C3%B3nomos</link>
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        &lt;h2&gt;Seguindo a pluma do Douro (foz acima, foz abaixo) com submarinos autónomos &lt;/h2&gt;      &lt;/div&gt;
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        &lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;Uma equipa de cientistas está a tentar traçar as fronteiras entre a água do Douro e a do mar junto à foz, com a ajuda de pequenos submarinos não tripulados. O trabalho pode ajudar a detectar e prever as consequências de casos de poluição fluvial, antecipando para onde vão as águas contaminadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;/sites/www.lsts.pt/files/blog/1154660.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Há uma equipa de investigadores a tentar traçar a pluma do Douro na foz utilizando submarinos. A pluma, que se forma quando águas de diferentes densidades (como o rio e o mar) se encontram, tem uma espessura que varia entre os dois e dez metros e a sua forma está constantemente a mudar, consoante o vento e o caudal do rio. Esta massa de água localizada perto da costa é o principal modo de transporte de nutrientes – ou poluentes – dos rios para o oceano. Em Portugal, é a primeira vez, diz a equipa, que se tenta delimitar a frente de uma pluma de um rio português com submarinos autónomos não tripulados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta investigação faz parte do pós-doutoramento do oceanógrafo Renato Mendes, bolseiro de 30 anos do Laboratório de Sistemas e Tecnologia Subaquática (LSTS) da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, em colaboração com a Faculdade de Ciências da Universidade do Porto e o Departamento de Física da Universidade de Aveiro. No doutoramento, Renato Mendes já tinha estudado a pluma do Douro através de modelação numérica e com recurso a imagens de satélite, de modo a compreender como é que a água do rio se propaga no mar com a variação do vento e do caudal. Mas nessa investigação eram poucos os dados recolhidos &lt;em&gt;in situ&lt;/em&gt;. Algo que se quis contrariar no pós-doutoramento.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Artigo completo em: &lt;a href=&quot;https://www.publico.pt/2017/08/18/ciencia/noticia/seguindo-a-pluma-do-douro-foz-acima-foz-abaixo-com-submarinos-autonomos-1782633&quot;&gt;https://www.publico.pt/2017/08/18/ciencia/noticia/seguindo-a-pluma-do-do...&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;/div&gt;
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&lt;section class=&quot;field field-name-field-tags field-type-taxonomy-term-reference field-label-inline clearfix view-mode-rss&quot;&gt;&lt;h2 class=&quot;field-label&quot;&gt;Tags:&amp;nbsp;&lt;/h2&gt;&lt;ul class=&quot;field-items&quot;&gt;&lt;li class=&quot;field-item even&quot; rel=&quot;dc:subject&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tags/p%C3%BAblico&quot; typeof=&quot;skos:Concept&quot; property=&quot;rdfs:label skos:prefLabel&quot; datatype=&quot;&quot;&gt;Público&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;field-item odd&quot; rel=&quot;dc:subject&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tags/douro&quot; typeof=&quot;skos:Concept&quot; property=&quot;rdfs:label skos:prefLabel&quot; datatype=&quot;&quot;&gt;Douro&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;field-item even&quot; rel=&quot;dc:subject&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tags/pluma&quot; typeof=&quot;skos:Concept&quot; property=&quot;rdfs:label skos:prefLabel&quot; datatype=&quot;&quot;&gt;Pluma&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/section&gt;</description>
 <pubDate>Fri, 18 Aug 2017 09:09:06 +0000</pubDate>
 <dc:creator>marina</dc:creator>
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 <title>Há um navio quinhentista &quot;praticamente intocado&quot; na costa de Esposende </title>
 <link>http://devdrupal7/blog/h%C3%A1-um-navio-quinhentista-praticamente-intocado-na-costa-de-esposende</link>
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        &lt;h2&gt;Há um navio quinhentista &amp;quot;praticamente intocado&amp;quot; na costa de Esposende &lt;/h2&gt;      &lt;/div&gt;
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        &lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;Uma equipa de investigadores descobriu na costa de Esposende a localização exacta de um navio, provavelmente ibérico, do século XVI, que, desde 2014, vem fascinando a comunidade científica internacional. O estudo das centenas de peças encontradas na praia de Belinho ao longo destes anos, e que incluem objectos da carga e madeiras da embarcação, já deixava antever que se estava perante um achado muito importante para a arqueologia naval, mas a equipa envolvida acabou por ser surpreendida com muito mais do que isso. No fundo do mar, não muito longe da língua da maré, jaz um navio “praticamente intocado” de cerca de 30 metros de comprimento, protegido por uma camada de sedimentos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os banhistas que, por estes dias, se deleitam ao sol e arriscam um mergulho nas águas frias da praia de Belinho não imaginam que, há cerca de 500 anos, o mar atraiçoou um navio, afundando-o a poucos metros deles. Desconhece-se de onde vinha ou para onde ia, sabe-se algo, mas ainda pouco, sobre a carga que transportava e nada sobre o que aconteceu à sua tripulação, mas sabem os arqueólogos que, junto às rochas, na zona de rebentação das ondas, jaz o que resta desse naufrágio, situado, para já, num período entre 1520 e 1580, &lt;a href=&quot;https://www.publico.pt/2014/05/20/ciencia/noticia/o-inverno-deixou-uma-prenda-aos-arqueologos-numa-praia-de-esposende-1636792&quot;&gt;e do qual foram já recolhidas centenas de peças&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E o que ali está, visto, com os seus próprios olhos, pelo arqueólogo Alexandre Monteiro a 24 de Abril deste ano, num curto mergulho de uma hora e um quarto, e de novo esta semana que passou, não é pouco. “Estamos perante o primeiro naufrágio quinhentista em águas portuguesas a ser encontrado praticamente intocado desde a sua perda”, assinala, num artigo na revista &lt;em&gt;Al-Madan&lt;/em&gt; de Julho, o quarteto que vem liderando a investigação, e que inclui Ana Almeida, arqueóloga da Câmara de Esposende, Ivone Magalhães, historiadora, da mesma instituição, e o arqueólogo Filipe Castro, que lidera o ShipLab da Universidade do Texas A&amp;amp;M. “A ser ibérico, tratar-se-á de um dos mais completos sítios desta tipologia e cronologia a ser encontrado a nível mundial”, alertam.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt=&quot;PÚBLICO -&quot; src=&quot;https://imagens.publicocdn.com/imagens.aspx/1152007?tp=UH&amp;amp;db=IMAGENS&amp;amp;w=398&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:9px&quot;&gt;Foto: Distribuição das peças que estão á vista no sítio do naufrágio Alexandre Monteiro&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No mês passado, durante a cerimónia que assinalou o centenário do afundamento, na I Grande Guerra, do &lt;em&gt;Roberto Ivens&lt;/em&gt; — um navio da armada portuguesa cuja localização descobriu, com Paulo Costa —, Alexandre Monteiro bem dizia ao primeiro-ministro que &quot;o grande museu dos Descobrimentos portugueses e da Expansão — e que ainda não está feito — está todo no fundo do mar&quot;. Envolvido em vários projectos de arqueologia subaquática, este investigador do Instituto de Arqueologia e Paleociências da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa identificou parte do costado deste navio em quatro conjuntos de madeiras ainda articuladas entre si, viu quatro canhões, em ferro e em bronze, uma âncora, fragmentos de placas de chumbo que serviriam para protecção do casco e mais pratos em estanho semelhantes aos que vêm sendo recolhidos, na praia, desde 2014.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Notícia de &lt;a href=&quot;https://www.publico.pt/autor/abel-coentrao&quot; rel=&quot;author&quot; title=&quot;Mais artigos de Abel Coentrão&quot;&gt;Abel Coentrão&lt;/a&gt;,  publicada a6 de Agosto de 2017.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Publicação completa em: &lt;a href=&quot;https://www.publico.pt/2017/08/06/culturaipsilon/noticia/ha-um-navio-quinhentista-praticamente-intocado-na-costa-de-esposende-1781444&quot;&gt;https://www.publico.pt/2017/08/06/culturaipsilon/noticia/ha-um-navio-quinhentista-praticamente-intocado-na-costa-de-esposende-1781444&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;/div&gt;
      &lt;/div&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;section class=&quot;field field-name-field-tags field-type-taxonomy-term-reference field-label-inline clearfix view-mode-rss&quot;&gt;&lt;h2 class=&quot;field-label&quot;&gt;Tags:&amp;nbsp;&lt;/h2&gt;&lt;ul class=&quot;field-items&quot;&gt;&lt;li class=&quot;field-item even&quot; rel=&quot;dc:subject&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tags/belinho&quot; typeof=&quot;skos:Concept&quot; property=&quot;rdfs:label skos:prefLabel&quot; datatype=&quot;&quot;&gt;Belinho&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;field-item odd&quot; rel=&quot;dc:subject&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tags/p%C3%BAblico&quot; typeof=&quot;skos:Concept&quot; property=&quot;rdfs:label skos:prefLabel&quot; datatype=&quot;&quot;&gt;Público&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/section&gt;</description>
 <pubDate>Tue, 08 Aug 2017 12:14:30 +0000</pubDate>
 <dc:creator>marina</dc:creator>
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